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terça-feira, 15 de maio de 2007

Gente, não tem shampoo na Globo?
Por que o Thiago Lacerda não lava o cabelo?

sábado, 3 de março de 2007

Que finalzinho mixuruca de novela.
Fora que a última cena era igual à última cena de Por Amor. Lembram em Por Amor, quando a Helena trocou o próprio filho pelo filho morto da filha e depois teve que pegar a criança de volta porque o maior sonho do Antônio Fagundes era ser pai? Na cena final, a Gabriela Duarte e o Fábio Assunção tão levando o Marcelinho pela mão e deixam o menino ir com os verdadeiros pais, a Regina Duarte e o Antônio Fagundes, que tão andando mais à frente. Tudo isso naquele caminho das palmeiras imperiais. Ontem a cena foi no mesmo final, acho que até o chapéu da Helena era o mesmo.
Olha que tristeza, eu guardo esse tipo de informação na cabeça, mas não sei nada de útil, nada que me ajude a dar um jeito na vida, nada.
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Que lindo a mãe dizendo pra Thelminha que se ela fizesse sexo ia ganhar um amante e perder um marido. Lição de vida pra juventude, é isso aí. Podiam até lançar uma promoção: troque seu hímen por um marido. E Thelminha levando lençóis porque queria um salário enquanto não casava? Quanta humildade, achei lindo. Mas empregada doméstica assim até eu queria ser. Ela só levava lençóis pro quarto do Jorge, era a única função. De vez em quando também servia um suquinho com bolo, mas era mais raro. Você viu Thelminha limpando um banheiro? Eu não vi. Assim é mole, né?
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Coisa antiga aquele espírito perturbado ter cheiro de rosas, hein? Isso é uma coisa que sempre me incomodou, desde as primeiras aparições. O espírito de uma pessoa de 21 anos não pode cheirar a rosas, gente. Cheiro de rosas tem o espírito de alguém de 89 anos. Se eu morrer e vocês sentirem cheiro de rosas, podem saber que não sou eu. Meu espírito vai exalar um perfume cítrico e leve.
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O que me agradou mesmo foi a sapatilha da Marta. Coisinha linda...
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Eu vi Heroes, mas não pesquei algumas coisas. Tipo qual é o poder da Nikki? Se olhar no espelho? Assumir uma outra personalidade? Gente, isso não é poder, alguém avisa. E dá um remedinho.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Faltam 10 minutos...


a Patricia me lembrou que hoje estréia Heroes às 21h no Universal. agora já preparei a sangria. vou ter que me dividir, que dor.

Ainda bem que hoje é o último capítulo. A novela exige doses de álcool cada vez mais altas.

Ontem o cabelo do Thiago Lacerda tava tão descontrolado que não cabia na minha tela. Cara, como assim? Vai passar um pente e se olhar no espelho antes de pedir alguém em casamento.
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Se a novela fosse minha, não existiria isso de ser civilizado. Esse tempo já passou. Meus personagens não teriam paciência pra conversar. Olívia entra na sua casa gritando porque você adotou a filha abandonada do ator que arregala os olhos pra ganhar um prêmio Contigo? Muitos tabefes nela.

Eu gostava daquele tempo em que calmante era um tapão. Se alguém ficava descontrolado, um tabefe em cada bochecha resolvia a questão. Não tinha nada de "veja bem, eu sou mãe dela." Dá uns sopapos, manda ir cuidar do filho que fica abandonado pelos jardins daquela mansão e expulsa da sua casa arrastando pelos cachinhos.

Civilidade, não sei de onde tiraram essa história... ¬¬

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Gente, não dá, não dá. Eu não consigo levar a novela a sério.
A Marta fica doida e fala "vão todos estudar arrrte em Amsterrrdaaaam, morarrr na casa barrrco!!"

Eu não consigo parar de rir, cheguei a ficar com falta de ar na hora. Acho que nunca mais vou conseguir falar outra coisa na vida, só repetir essa frase. Eu já tenho um fraco por rrr, não tem como resistir.

eu decidi assistir à última semana da novela alcoolizada, né? gente, eu acho que descobri o segredo. fica tudo muito engraçado.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

o pior de Páginas da Vida

  • Marta vira a grande vilã depois de brigar com a filha que volta grávida da Europa.
A menina tava lá na Holanda, estudando e tendo tudo pago pela mãe, que sustentava a casa sozinha, aqui no Brasil. A menina fica grávida, não conta pra família, e resolve voltar ao Brasil pra ter os filhos. Sem emprego, sem plano de saúde, sem ter concluído o curso que a mãe pagou. A mãe tem um chilique e todo mundo passa a acreditar que a errada da história é a mãe. Que mãe não ficaria do lado de uma filha grávida? Quem é incapaz de se emocionar com o maravilhoso milagre da vida? O pai bonzinho defende a filha. Ele, que não sustenta nem a si mesmo, acha bonito que ela esteja grávida e dá seu apoio (apenas moral, porque o financeiro sobra pra mãe). A filha é tão boa, mas tão boa, que decide dar nomes de santos aos filhos.
  • Sandra é uma vagabunda. Seduziu o filho do patrão e fez um aborto.
Sandra é a filha da empregada, criada como parte da família. Sem direito à herança, mas parte da família mesmo assim. A família até deu à Sandra o direito de morar dentro do casarão, e não na casinha dos empregados, veja que anjos! Sandra e o filho do patrão resolveram fazer sexo quando eram mais novos. Nada de errado nisso, né? Afinal, pra que serve uma empregada gostosa, se não pra trazer cafezinho e iniciar sexualmente o filho do patrão? O problema é que Sandra é uma vagabunda. Não queria só sexo. Queria namorar, casar. Um absurdo. Quando ela fica grávida, faz um aborto. Que vadia. Fez um aborto aos 18 anos. Com certeza família ficaria mais feliz se ela tivesse exigido se casar com o filho do patrão.
  • Tide é um homem bom para os empregados, uma alma iluminada.
Ele toma seu lanchinho na cozinha. Ele exige que as filhas da empregada estudem. Ele paga escola, faculdade, o que for. Ele dá conselhos pra empregada sobre como criar suas filhas. E, se ela não aceita, ele diz "Deixe ela estudar. Você quer ser demitida? Não? Então, faça o que eu estou dizendo." Ele é tão bom, mas tão bom, que usa a autoridade que tem pra educar os pobres que trabalham pra ele. Não importa se ele faz isso ameaçando uma pessoa de demissão. Os fins justificam os meios. Os empregados não são inteligentes o suficiente pra tomar as próprias decisões. Empregado não precisa ter autonomia intelectual com um patrão bom como esse.
  • Apenas pessoas de coração ruim decidem abortar.
Em Páginas da Vida, ao contrário da vida real, fazer um aborto é uma decisão fácil. Nenhuma personagem sofre com essa decisão. Nanda, a grávida sem lenço nem documento, resolve não abortar e vira praticamente uma santa. O que importa se ela mentiu durante meses pra família? Ela não quis abortar, deve ser um anjo que veio parar por engano aqui. Alice, a noiva megera, anuncia a quem tiver ouvidos para ouvir, que fez um aborto. E não se arrepende. Nenhum sofrimento por ter tomado uma decisão difícil como essa é mostrado. Se Alice fez um aborto e não se arrepende, ela é má. E não merece o Léo, que é bom, apesar de ter abandonado a namorada grávida depois que ela se negou a fazer o aborto que ele queria. Agora ele é bom, aborto nunca mais. Sandra fez um aborto. O patrão descobre. Apesar de não ter nada com isso, ele resolve se meter onde nunca foi chamado. Reúne Jorge, o responsável pela gravidez de Sandra e os pais dela. Conta a eles que Sandra fez um aborto, mesmo isso tendo acontecido quando ela já tinha 18 anos. A história do aborto aconteceu há uns 47 anos, mas o patrão faz Jorge pedir perdão. Não a Sandra, Sandra não tem caráter pra perdoar ninguém. Ele faz Jorge pedir perdão aos pais de Sandra, que também não tinham nada a ver com a história, mas foram parar ali provavelmente por medo de demissão.
  • Simone x Thelminha: a mulher ideal para Jorge.
Jorge conheceu Simone no começo da novela. Os dois perderam contato. Cinco anos depois, eles se reencontraram. Mas o amor continuava lá. Simone é moderna, usa pomada no cabelo curtinho, mora sozinha, não gosta de namorado grudento, acha que eles têm que ir com calma no relacionamento. Jorge está apaixonado, quer casar. Ele acha que Simone é a mulher ideal para ele. Até que Simone resolve sair do Brasil por seis meses a trabalho. Jorge, coitadinho, não agüenta ficar longe de Simone por seis meses. E, mesmo sendo rico, ele nem cogita a possibilidade de namorar à distância por seis meses. Jorge precisa de uma mulher ao lado dele o tempo todo. É quando ele começa a notar Thelminha. Reparou que a Simone é Simone e a Thelma é Thelminha, né? Thelminha é irmã de Sandra, ao contrário da irmã, é a filha boa da empregada. Ela não quer ser parte da família, só quer estudar e trabalhar. Ela passa a servir à família de Tide, mesmo que nunca se tenha mencionado assinar carteira e direitos trabalhistas. De acordo com o que o telespectador sabe, Thelminha é uma escrava. Trabalha em troca de casa e comida. Thelminha sabe cozinhar, mora com os pais e, claro, é virgem. Quando ela se oferece a Jorge, ele recusa. Ela não merece uma desonra desse tipo. Sexo com Thelminha, só depois do casamento. Com Simone, a mulher independente que trabalha, ele achava normal fazer sexo. Com Thelminha, ele precisa de uma bênção do Papa. Simone, a personagem com o cabelo mais legal da novela, vai terminar a novela sozinha, casada com o trabalho. Que atrevimento, preferir investir no trabalho em vez de largar tudo e casar com Jorge. Thelminha também quer estudar e trabalhar, mas não faz disso uma prioridade, então merece Jorge.
  • Olívia, a cheia de virtudes.
Olívia foi traída pelo marido com a artista apoiada por ela. Olívia fica magoada, acusa o marido de ter sido desleal, diz que nunca exigiu fidelidade, só sinceridade e essa coisa toda. Muito equilibrada, muito profissional, continua trabalhando com Tônia, a amante do marido. Quando o romance de Tônia e Sílvio esfria, Olívia até tenta juntar a própria irmã e Sílvio. Então, Olívia conhece Léo, o canalha disfarçado, e resolve lutar com ele pelo direito à guarda do filho que ele rejeitou há anos. Olívia e Léo se apaixonam. Ou só querem se pegar, isso não ficou muito claro. Como a noiva de Léo é uma megera, Olívia não acha que ela mereça lealdade ou qualquer coisa desse tipo. Viaja com Léo sem culpa, porque quer ser feliz e acha que ele merece ser feliz. Alice, a noiva megera, não pode fazer Léo feliz. Afinal, ela já fez um aborto e é fútil. Léo é um coitado e Olívia é sua salvação.
  • Isabel, a amante por acaso.
Isabel conheceu Renato no casamento dele. Ela se apaixona por ele. É um amor platônico, até que ela descobre que ele também quer se pegar com ela. Renato começa a telefonar para Isabel e aparecer na casa dela. Casou obrigado, porque a namorada estava grávida. Renato é profundo, fotografa sofrimento, miséria, fome. A esposa de Renato não é boa o bastante pra ele. Ela é rica, ela é fútil, ela tem um cabelo sempre lindo. Isso dá a Renato o direito de querer ficar com Isabel, mas nunca se separar. Isabel dá corda, atende os telefonemas, se encontra com Renato. Mas acredita mesmo que não é amante dele. Afinal, nunca houve sexo. Traição só existe quando há sexo, né? Dar corda para o marido da mulher que quis se tornar sua amiga não é traição. O errado é apenas ele. Ela nunca fez nada além de conversar e pensar no quanto seria legal se ele se separasse. Ele nunca fez nada além de reforçar que a esposa é uma chata e fútil, ele é um ser profundo, ele e Isabel merecem ficar juntos. Durante anos ele reforçou isso, mas nunca pensou em ser sincero e se separar.

O Manoel Carlos construiu em Páginas da Vida o PIOR personagem masculino que eu já vi. Na vida. É o pior de todos, porque é um canalha disfarçado de bonzinho.

Eu quero quebrar a televisão quando vejo aquele Léo. Teve toda aquela história de ele fugir e deixar a namorada grávida, mas nem é isso o que mais me irrita. O que me irrita é o autor querer que a gente goste dele e ainda finja que não vê que ele é o mais canalha dos canalhas.

Ele tinha uma noiva, a Alice. A Alice é uma chata, fútil, ranzinza. Então, tudo gira em torno de "coitado, a noiva dele é uma chata." Eu sei que é uma coisa que acontece sempre, e eu não consigo não me irritar com isso. Conheço muita gente que vem sempre com esse papinho de que tem pena do fulano porque ele namora uma megera. Palhaçada. Ninguém é obrigado a namorar ninguém. Se a noiva do Léo é uma chata, é só ele terminar com ela. Ele não é vítima por namorar uma mulher chata. Se tem alguma vítima ali, é ela, que é enganada pelo noivo, levada a acreditar que é amada, que é querida e vai casar um dia.

A tal noiva é outra na lista dos personagens mais mal escritos do mundo. Muito disposto a convencer o público que a noiva do Léo é super do mal, o autor faz a menina dizer, em cada conversa que tem com qualquer personagem, que fez um aborto e não se arrepende e é isso aí. Tudo bem o Léo ter exigido que a namorada fizesse um aborto no passado, porque agora ele descobriu a luz e está arrependido. Má é a Alice, que fez um aborto e não se arrepende. Aliás, ela anunciar que fez um aborto é de uma falsidade sem tamanho. Eu conheço algumas mulheres que fizeram aborto. Mas não conheço mulher nenhuma que fale isso pra qualquer pessoa. A tal noiva também gosta de dizer "namorei muito, namorei quem eu quis e blá", uma frase que o Manoel Carlos usa querendo que a gente ache que ela é promíscua simplesmente porque fez sexo quando quis e com quem quis.

Enfim, chegou a hora de terminar o relacionamento. Porque agora o Léo encontrou a mulher ideal, cheia de virtudes. A mulher que acusa o marido de ter sido desleal ao arrumar uma amante, mas que viaja com o Léo, mesmo ele tendo uma noiva. Ela não pode ser traída, é deslealdade, ela não merece isso e tal. Mas ela pode ser a outra, porque, afinal, a noiva do Léo é uma chata e ele merece uma mulher como a Olívia.

E ele vai terminar o relacionamento. Escolhe terminar no escritório, não na casa que divide com a noiva. A menina tá lá, coitada, comendo um queijo-quente e ele resolve terminar o namoro. Mas não foi assim, um término gentil. Quando ela perguntou quando ia ser o casamento (porque é claro que depende do homem marcar uma data), ele respondeu dizendo que "nunca. não vai haver casamento." Que fino, que gentil, que fofo.

O namoro termina com ela humilhada, sendo expulsa pelos seguranças aos gritos do Léo de "Você é louca!"

Não acompanhei a novela durante o carnaval, mas ontem vi que a Alice fez uma fogueira com as coisas do ex-noivo. E a Olívia lá, muito assustada com esse desequilíbrio emocional. Ela não está acostumada com isso. Ela é traída pelo marido com uma amiga, mas não mistura as coisas. Ela entende e ainda quer que a irmã fique com o ex-cunhado. Um completo domínio dos próprios sentimentos.

Só tenho mais uma coisa a dizer: queimou as coisas dele depois de ser expulsa pelos (vários) seguranças? Foi uma dama. Se resolvesse queimar o Léo, eu entenderia perfeitamente.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

no-vela

Me diz, me diz que não é verdade que a Ângela Leal foi obrigada a contar aquela piada da idade do condor (com dor aqui, com dor ali...) Não posso acreditar. O autor tá se inspirando nas piadas que recebe por e-mail, só pode.
...
Quer valer quanto que a empregada do casal gay (que tá grávida, eu tinha certeza) vai morrer no parto e eles vão ficar com o bebê? O Manoel Carlos adora matar mãe no parto e dar o filho pra outro criar. Principalmente se é uma mãe "que não tem condições de cuidar do bebê."

sábado, 30 de dezembro de 2006

no-vela

Cara, o Brasil inteiro está unido pedindo que o seqüestro do filho da Renata Sorrah se resolva logo. Ele tá seqüestrado há tipo uns cinco meses. Ninguém mais agüenta a mãe sem comer e a namorada adolescente dando chilique.

Vamos fazer uma corrente de oração!
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Dá licença, se eu fosse a mulher do Boninho já teria despachado o Caco Ciocler com cadeira de rodas e tudo pra casa da fotógrafa. Você quer? Vai ficar fazendo charminho no telefone? Então toma! Não importa o quão Caco Ciocler ele seja, vai ser canalha assim no inferno. A pessoa consegue ser infiel até impotente. Tipo, tá oferecendo o que pra outra? Fo-ra.
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Tá todo mundo sabendo que o natal ainda não aconteceu na novela? Eu espero, de coração, que eles simplesmente pulem essa parte e apareçam pulando sete ondinhas, porque eu não vou agüentar três semanas de ceia na casa dos milionários.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Foi super boa a novela hoje, né?
Eu achei.

Resgatou aquela tradição das cenas de choro em que a pessoa vai deslizando pela porta até o chão.

Quando eu era criança, só chorava assim. Sempre fui dramática.

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Na novela

-Estou preocupada. Eu encontrei vários pratos com restos de comida pelo quarto dela, no banheiro. Ela tem um problema muito sério.

Claro que tem. E se chama imundície.
...
Gente, alguém avisa ao autor que é pra ser um drama, não uma comédia rasgada. Porque acho que ele não tá entendendo. O cara que ficou paraplégico tá na sala de casa rodando pra lá e pra cá com a cadeira de rodas reclamando, na frente da sogra e das empregadas, que não tem ereção. Tudo bem, ele não tem ereção, mas tem uma boca enorme e precisa contar isso pro mundo.

E ele pergunta:
-O que é que eu vou fazer da vida sem uma ereção?

Sabe que eu tô nessa de tomar pelo menos dois litros de água por dia, né? Então tenho que lembrar de nunca ver a novela quando estiver com um copão d'água aqui, porque é engasgar na certa. De tanto rir. Ainda bem que as personagens da cena notaram que era uma pergunta retórica e nem quiseram responder nem nada.