Acordei de um cochilo à tarde com um mau humor tão grande, mas tão grande, que quando vi, já tinha mandado e-mails irados com reclamações para três empresas. Uma das reclamações era sobre um problema de novembro de 2011. Novembro de 2011.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Quando me perguntaram por que pegar um avião, gastar tempo, dinheiro e energia por menos de 24 horas, não soube responder. Tentei rapidamente achar um motivo que fizesse sentido, mas não consegui.
quarta-feira, 11 de abril de 2012

domingo, 1 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Ainda não tá claro?
quinta-feira, 22 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Mais engraçado ainda do que quando uma desconhecida me consola enquanto choro em público, é quando ninguém ao meu redor consegue olhar pra mim.
terça-feira, 13 de março de 2012
Eu vou e volto do trabalho num ônibus executivo bem confortável, com iluminação fraca, bem apropriado pra descansar/dormir. E chorar. Curto muito chorar nesse ônibus, porque, indo ou voltando, geralmente a maioria dos passageiros tá dormindo, ou na Internet do celular, ou ouvindo música, ninguém presta muita atenção um no outro. Dá pra chorar com tranquilidade.
sábado, 10 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Bom, o trabalho novo. No trabalho novo tem um lindo. É um homem bem bonito. Eu não lido bem com gente bonita. Não sei como agir. Homem ou mulher, pessoas lindas me deixam sem graça. Fico nervosa e só falo coisas idiotas, porque só consigo pensar em perguntar "você sabe o quanto é lindo?"
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
não estou reclamando
Tive que comprar óculos novos. Eu quase não uso óculos. Só em casa, pra ver tevê. Na maior parte do tempo uso lentes. Mas agora, com o trabalho novo, vou passar mais tempo na frente do computador e é ruim usar lentes assim. Resolvi vencer a barreira de quem usou óculos a adolescência toda e odiava, e voltar a usar mais óculos do que lente.
Daí fui comprar óculos. Eu já sabia que tipo de armação eu queria e sabia até a marca, mas mesmo assim tem toda aquela coisa de experimentar, olhar no espelho de perto, olhar no espelho de longe e tal.
Não demorei nem meia hora entre experimentar, escolher o tipo de lente, entregar a receita e pagar.
No caminho de volta pra casa, fiquei pensando que aquela havia sido a primeira vez que comprei óculos sozinha, sem ouvir a opinião de ninguém.
Tem uma coisa boa de não precisar que mais ninguém goste dos meus óculos. Meus óculos não precisam agradar a mais ninguém além de mim.
Mas também tem uma solidão de não ter ninguém pra dizer "que feio!" ou "ficou linda assim."
achei melhor avisar logo no título que não estou reclamando. este não é um post de reclamação. este é um post de reflexão. :)
terça-feira, 31 de janeiro de 2012


Eu tava no meio de uma aula em novembro quando minha chefe, pelo vidro da porta, disse que queria falar comigo quando eu terminasse.
Já estou no Brasil há uns dias. Já pulei num avião de novo pra ir ali entregar presentes e tomar café. Já voltei pra casa pra viver meu último dia de férias.
Fui e voltei inteira e ainda estou achando bem inacreditável.
Da última vez que me despedi, eu não consegui respirar. Eu fiquei sem respirar por pelo menos um ano. Não respirei durante um ano inteiro. E se eu pensar bem, acho que nem piscar eu pisquei.
Dessa vez me despedi respirando, agradecendo pela companhia, agradecendo pelo livro com dois anos de atraso, com um abraço que não me partiu em milhões de caquinhos.
Foi bom demais ir. Foi bom demais voltar. Das duas vezes.
