Não é fácil. Tem dias em que eu chego lá pensando que não tenho nada a dizer. Mas sempre há algo a dizer. Eu quero ser melhor, é isso que eu quero. Eu podia ter escolhido mil coisas, mas eu escolhi a análise e eu vou até o fim pra ver no que dá.
terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
o outro lado
Até agora você só havia debatido a relação com amigas. E amigas são fofas até pra matar sua esperança. Amigas são fofas. E às vezes dizem o que você quer ouvir. Às vezes dizem o que você não quer ouvir, mas de um jeito tão fofinho que fica até parecido com o que você quer ouvir.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
"O sistema se recuperou de um erro grave."
terça-feira, 24 de maio de 2011
A aula era sobre problemas de adolescentes e é claro que as meninas começaram a falar de meninos. Até que uma delas, a mais falante, me perguntou como se diz "desistir" em Inglês. Eu respondi e ela disse, num Inglês todo bonitinho:
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Daí que a coisa de mudar nomes de ex na agenda chegou a um ponto em que eu sonho com isso.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Eu adoro os textos da Luiza Trindade e este foi como um tapa na cara de todas as desculpas e explicações que eu uso. Ou tento usar.
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011

Depois de um certo tempo na vida de single lady, depois de algumas histórias que acabaram sem nem ter começado, dá pra ficar com algumas lembranças.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Só porque às vezes dá vontade de explicar.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Hoje minha mãe chegou no trabalho e tinha um presente na mesa dela.
sábado, 30 de abril de 2011
ela é sinistra
A minha mãe é leonina. Isso pode não dizer nada pra você, então vou explicar. O mundo gira ao redor da minha mãe. Não tô dizendo que isso é o que ela acha, não. Tô dizendo que é a verdade. O mundo gira ao redor dos leoninos. Nós que não somos leoninos somos meros figurantes.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
E tem aquelas vezes em que eu como tanto que engordo e fico com uma barriga que não reconheço como minha. Eu olho e vejo uma coisinha que foi anexada ao meu corpo. De onde surgiu? Para onde vai?
Sendo eu a pessoa que eu sou, é claro que não consigo admitir que a culpa é minha. Que excedi o limite aceitável de calorias. Que comi demais. Que tomei chopps além da conta. Lembra de tomar sorvete no lanche, Renata? Ih, não lembro.
É claro que sendo eu a pessoa que eu sou, eu penso que só posso estar grávida. Mesmo quando essa possibilidade não existe. Eu sempre acho que estou grávida.
E funcionando a minha mente da forma como ela funciona, toda uma história começa a se desenhar dentro dela. O que eu faço agora? Levo a gravidez adiante? Como vou criar essa criança? Onde vou colocar o berço? Conto para o pai? Não, não conto. Aí, um dia, já com muitos meses de gravidez (porque eu tenho certeza que vou ficar pelo menos 15 meses grávida, que tudo comigo é no exagero), vou encontrar o pai da criança, assim por acaso. Daí me imagino, muito digna, dizendo "não, o filho não é seu. é só meu." E uma lágrima cai.
Porque eu vivo dentro de uma novela, né? Eu me esforço pra viver dentro de uma novela.
mãe, eu sei que você resolveu ler o blog há pouco tempo, embora você soubesse da existência dele desde sempre. bom, mas então queria esclarecer pra você e papai que eu só poderia ficar grávida do espírito santo, tá? pra honrar a educação católica que vocês me deram. tô indo ali rezar o terço. um beijo.
domingo, 24 de abril de 2011
Eu não costumava contar para as pessoas. Porque demorou muito até eu entender o que era depressão e isso tudo. Então eu não costumava contar para as pessoas porque nem eu sabia.
